quinta-feira, 18 de junho de 2026

Mãe de Isis Valverde quebra o silêncio e defende a filha após polêmica trabalhista: "Sucesso incomoda"

 

Foto: Reprodução/Redes sociais 

Rosalba Nable, mãe de Isis Valverde, publicou um desabafo nas redes sociais nesta quarta-feira (17), logo após a atriz sofrer críticas nas redes sociais após a divulgação de detalhes de um processo trabalhista movido por uma ex-funcionária da atriz. A familiar buscou rebater os comentários negativos e exaltar a conduta da artista.

"Isis é o reflexo de sua carreira: madura, autêntica e cheia de propósito", declarou Rosalba no início de seu texto de apoio na internet.

Ressaltando o caráter e o empenho da atriz nos bastidores de seus projetos, a familiar minimizou os impactos dos boatos virtuais.

"Quando a gente conhece a verdade dos bastidores, o caráter e o suor por trás de cada detalhe, nenhum ruído externo tem poder. O sucesso incomoda quem não tem a audácia de construir o próprio caminho. O seu talento e a sua integridade são a sua maior fortaleza. Voa alto", escreveu a mãe em defesa da famosa.

O posicionamento familiar aconteceu após virem a público os dados de uma ação judicial iniciada por uma ex-cozinheira da residência de Isis. A ex-colaboradora pleiteava uma indenização de quase R$ 400 mil, alegando jornadas diárias de 12 horas e acúmulo de funções.

Representando os interesses da contratante, o advogado Ricardo Brajterman emitiu uma nota oficial esclarecendo o desfecho do litígio.

O defensor explicou que as exigências da ex-funcionária foram inicialmente descartadas pelo magistrado da Justiça do Trabalho, culminando em uma resolução amigável de valor reduzido.

“Num primeiro momento o Judiciário mandou arquivar o processo e, numa segunda tentativa, foi feito um acordo em valor muitíssimo menor. Fossem verídicas as acusações, obviamente a autora buscaria o valor que pediu e não fecharia um acordo em R$30 mil reais", esclareceu o jurista sobre os valores definidos.

O advogado também contestou os apontamentos sobre os horários abusivos de prestação de serviços, destacando que a rotina de viagens da cliente inviabilizaria tal carga horária.

“Por conta do trabalho, Isis passa vários períodos morando em outras cidades, e, por conta da família fica muito tempo fora do Rio de Janeiro. Por isso não para em pé a alegação de 12 horas de trabalho e 20 minutos de descanso”, concluiu o profissional do Direito.

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