O pastor Jonathan Parnell, da Igreja Cities, em St. Paul, Minnesota, que teve o culto de domingo interrompido por manifestantes contrários ao Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), classificou as ações do grupo como “vergonhosas”.
"Isso é inaceitável, é vergonhoso. É vergonhoso interromper uma reunião pública de cristãos em adoração", respondeu o pastor. "Eu preciso cuidar do meu rebanho."
O vídeo da invasão repercutiu nas redes sociais, gerando críticas pela violação de um direito assegurado pela legislação americana.
Um dos compartilhamentos dizia:
“Imagine invadir uma igreja para interromper um culto em andamento com seu protesto e achar que vocês são os mocinhos. Isso é vil.”
O entrevistador Don Lemon, que já foi âncora da CNN, destacou que a Constituição garante o direito à liberdade de expressão, bem como à liberdade de reunião e protesto.
"Estamos aqui para adorar, estamos aqui para adorar Jesus, porque essa é a esperança dessas cidades, essa é a esperança do mundo: Jesus Cristo", respondeu o pastor.
"Estamos aqui para adorar Jesus. É por isso que estamos aqui, é isso que nos define."
Gritos, xingamentos e acusações
O evangelista Franklin Graham afirmou em sua rede social que “não deveríamos nos surpreender com o fato de esses manifestantes terem invadido um culto dominical, interrompendo e tentando intimidar a congregação”.
Segundo ele, houve gritos, xingamentos e acusações direcionadas a jovens, crianças e famílias.
“Considero irônico que tenham achado aceitável pisotear e violar os direitos de cristãos que estavam na igreja para adorar pacificamente no domingo - tudo isso enquanto dizem estar defendendo os direitos de pessoas que estão infringindo a lei e permanecem neste país de forma ilegal.”
Nenhum comentário:
Postar um comentário