Marcelo Odebrecht, presidente da holding que administra a empreiteira Odebrecht ficou calado diante dos deputados da CPI da Petrobras nesta terça-feira (1º).
Os parlamentares estão em Curitiba para ouvir presos investigados pela Operação Lava Jato, que apura um esquema bilionário de fraude, corrupção e desvio de dinheiro da petrolífera e outros órgãos públicos.
Leia também: PF indicia Dirceu por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa
“Eu só queria dizer o seguinte, eu sempre estive à disposição para depor. Mas infelizmente, neste momento, no que tange especificamente ao processo, nesta semana as testemunhas de acusação estão sendo escutada, nesse momento a gente fica impedido de falar sobre o processo. Espero que os senhores entendam essa situação”, disse Marcelo Odebrecht.
Ele foi o penúltimo a ser chamado pelo deputados. Ele e os outros quatro ex-executivos da Odebrecht estão presos no Paraná desde junho, quando foi deflagrada a 14ª fase da Operação Lava Jato.
Esta é a segunda vez que a CPI, que investiga fraudes em contratos da Petrobras com empreiteiras se reúne na capital paranaense para ouvir réus e pessoas investigadas no esquema. Na segunda-feira (31), primeiro dia desta segunda passagem por Curitiba, os parlamentares esperavam ouvir outras cinco pessoas, mas todas ficaram caladas.
Para quarta-feira (2), a CPI espera ouvir o publicitário Ricardo Hoffmann, preso na 11ª fase da Lava Jato, que teve como alvo contratos de publicidade firmados entre a Caixa Econômica Federal, o Ministério da Saúde e a agência de publicidade Borghi Lowe. Nesta fase também foram presos três ex-deputados federais – André Vargas, Pedro Corrêa e Luiz Argôlo.
Também foi convocado Fernando Antônio Guimarães Hourneaux de Moura , lobista preso na 17ª fase – a mesma que prendeu o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.
Além destes depoimentos, os parlamentares pretendem promover a acareação entre Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, ex-executivo da Toyo Setal, Renato de Souza Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras, e João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT).
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terça-feira, 1 de setembro de 2015
Marcelo Odebrecht fica calado na CPI da Petrobras
Marcelo Odebrecht, presidente da holding que administra a empreiteira Odebrecht ficou calado diante dos deputados da CPI da Petrobras nesta terça-feira (1º).
Os parlamentares estão em Curitiba para ouvir presos investigados pela Operação Lava Jato, que apura um esquema bilionário de fraude, corrupção e desvio de dinheiro da petrolífera e outros órgãos públicos.
Leia também: PF indicia Dirceu por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa
“Eu só queria dizer o seguinte, eu sempre estive à disposição para depor. Mas infelizmente, neste momento, no que tange especificamente ao processo, nesta semana as testemunhas de acusação estão sendo escutada, nesse momento a gente fica impedido de falar sobre o processo. Espero que os senhores entendam essa situação”, disse Marcelo Odebrecht.
Ele foi o penúltimo a ser chamado pelo deputados. Ele e os outros quatro ex-executivos da Odebrecht estão presos no Paraná desde junho, quando foi deflagrada a 14ª fase da Operação Lava Jato.
Esta é a segunda vez que a CPI, que investiga fraudes em contratos da Petrobras com empreiteiras se reúne na capital paranaense para ouvir réus e pessoas investigadas no esquema. Na segunda-feira (31), primeiro dia desta segunda passagem por Curitiba, os parlamentares esperavam ouvir outras cinco pessoas, mas todas ficaram caladas.
Para quarta-feira (2), a CPI espera ouvir o publicitário Ricardo Hoffmann, preso na 11ª fase da Lava Jato, que teve como alvo contratos de publicidade firmados entre a Caixa Econômica Federal, o Ministério da Saúde e a agência de publicidade Borghi Lowe. Nesta fase também foram presos três ex-deputados federais – André Vargas, Pedro Corrêa e Luiz Argôlo.
Também foi convocado Fernando Antônio Guimarães Hourneaux de Moura , lobista preso na 17ª fase – a mesma que prendeu o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.
Além destes depoimentos, os parlamentares pretendem promover a acareação entre Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, ex-executivo da Toyo Setal, Renato de Souza Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras, e João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT).
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