A vida com Deus fica complicada quando você tenta impressioná-lo com regras, desempenho e explicações. Jesus pede algo mais simples.
Digo-lhes a verdade: se vocês não se converterem e não se tornarem como crianças, de maneira nenhuma entrarão no Reino dos céus.
Mateus 18:3
Uma criança não chega ao pai com um discurso preparado nem tenta provar que merece atenção; ela simplesmente chega, pede, confia. Jesus não está pedindo ingenuidade sobre o mundo; está pedindo esse tipo de confiança sem cálculo diante de Deus.
Simplicidade espiritual não é falta de profundidade. É a ausência de complicação desnecessária entre você e Deus: sem fingimento, sem cálculo, sem precisar entender tudo para confiar.
Paulo alerta que essa simplicidade pode ser corrompida:
Temo que, assim como a serpente enganou Eva com astúcia, sua mente seja de alguma forma desviada da sinceridade e pureza de devoção a Cristo.
2 Coríntios 11:3
A astúcia que ele descreve não é maldade explícita; é sofisticação que complica o que era simples, dúvida plantada aos poucos, explicação demais, desconfiança disfarçada de inteligência. É fácil trocar a confiança de criança por uma relação com Deus cheia de perguntas sem resposta e distância.
Hoje, volte ao básico: confie em Deus como uma criança confia em quem ama, sem precisar complicar o que Ele já deixou simples.
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