O pastor Silas Malafaia, alvo de condução coercitiva na Operação Teófilo (veja aqui), usou seu perfil no Twitter para se defender. O líder da Assembleia de Deus se disse "indignado" com o mandado e que a condução coercitiva "é uma afronta". Segundo o pastor, ele recebeu uma oferta de R$ 100 mil de um advogado amigo do pastor Michael Abud, que quis fazer uma doação pessoal à igreja, e depositou o cheque na conta conjunta que possui com sua esposa. O montante, de acordo com Malafaia, foi declarado à Receita Federal. "Por causa disso sou ladrão? Sou corrupto? Recebo ofertas de inúmeras pessoas e declaro no imposto de renda tudo o que recebo. Quer dizer que se alguém for bandido e me der uma oferta, sem eu saber a origem, sou bandido? É tentativa para me desmoralizar na opinião pública", escreveu Malafaia, questionando se não poderia "ter sido convidado para depor".
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Malafaia se diz indignado com condução coercitiva: 'Tentativa para me desmoralizar'
O pastor Silas Malafaia, alvo de condução coercitiva na Operação Teófilo (veja aqui), usou seu perfil no Twitter para se defender. O líder da Assembleia de Deus se disse "indignado" com o mandado e que a condução coercitiva "é uma afronta". Segundo o pastor, ele recebeu uma oferta de R$ 100 mil de um advogado amigo do pastor Michael Abud, que quis fazer uma doação pessoal à igreja, e depositou o cheque na conta conjunta que possui com sua esposa. O montante, de acordo com Malafaia, foi declarado à Receita Federal. "Por causa disso sou ladrão? Sou corrupto? Recebo ofertas de inúmeras pessoas e declaro no imposto de renda tudo o que recebo. Quer dizer que se alguém for bandido e me der uma oferta, sem eu saber a origem, sou bandido? É tentativa para me desmoralizar na opinião pública", escreveu Malafaia, questionando se não poderia "ter sido convidado para depor".
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