Após a rejeição de Jorge Messias no plenário do Senado para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), o mundo político repercutiu a derrota histórica do advogado-geral da União.
O presidente do STF, Edson Fachin, divulgou nota reafirmando o respeito à prerrogativa constitucional do Senado. Segundo ele, a Corte aguarda, com serenidade e responsabilidade institucional, as providências para o preenchimento da vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso. Já o ministro André Mendonça afirmou que o Brasil perdeu a oportunidade de ter um grande magistrado e destacou que Messias reúne os requisitos para o cargo.
No governo, a ministra Gleisi Hoffmann classificou a rejeição como injustiça e alertou para possíveis impactos no Congresso. Na oposição, o senador Rogério Marinho disse que a decisão marca um retorno à normalidade democrática e defendeu que uma nova indicação seja feita apenas após as eleições. Já Flávio Bolsonaro avaliou que o resultado representa uma derrota para o governo e uma resposta do Senado ao que chamou de “excessos” do STF.
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