Com direito a muita sensualidade, Gilliane Bonheur, representante do Rio de Janeiro no concurso Musa do Brasil 2016, posou para um ensaio em uma praia da Cidade Maravilhosa. A gata, que já atuou como modelo internacional em países como China, Tailândia e França, acredita que sua experiência pode contribuir para que ela vença a disputa.
“Meu estilo alternativo me coloca como a candidata mais diferente. E, ao contrário do que muita gente pensa, nunca sofri preconceito por ter o corpo todo desenhado. Pelo contrário, já faturei muitos trabalhos por conta das tattoos”, garante. “Fiz todas em apenas três semanas. Os desenhos retratam várias fases da minha vida, inclusive a que enfrentei a depressão”.
Embora adore cada tatuagem que tem, ela conta que não pretende fazer novos desenhos pelo corpo. “Acho que rabiscar o corpo traz um ar de sensualidade para a mulher. É sexy um corpo tatuado, mas não pode ser exagerado. Não quero parecer um gibi ambulante. Sou bem equilibrada nesse ponto e penso até em remover algumas, apesar de terem significados bem especiais”, pondera.
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sábado, 5 de novembro de 2016
Gilliane Bonheur posa na praia e exibe tatuagens
Com direito a muita sensualidade, Gilliane Bonheur, representante do Rio de Janeiro no concurso Musa do Brasil 2016, posou para um ensaio em uma praia da Cidade Maravilhosa. A gata, que já atuou como modelo internacional em países como China, Tailândia e França, acredita que sua experiência pode contribuir para que ela vença a disputa.
“Meu estilo alternativo me coloca como a candidata mais diferente. E, ao contrário do que muita gente pensa, nunca sofri preconceito por ter o corpo todo desenhado. Pelo contrário, já faturei muitos trabalhos por conta das tattoos”, garante. “Fiz todas em apenas três semanas. Os desenhos retratam várias fases da minha vida, inclusive a que enfrentei a depressão”.
Embora adore cada tatuagem que tem, ela conta que não pretende fazer novos desenhos pelo corpo. “Acho que rabiscar o corpo traz um ar de sensualidade para a mulher. É sexy um corpo tatuado, mas não pode ser exagerado. Não quero parecer um gibi ambulante. Sou bem equilibrada nesse ponto e penso até em remover algumas, apesar de terem significados bem especiais”, pondera.
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