O PT pagou despesas de passagens e hospedagens de dirigentes e militantes da sigla no exterior com recursos do Fundo Partidário. De acordo com o Uol, pelo menos R$ 115,7 mil foram gastos pela legenda para custear viagens a Cuba, França e México em 2015. O partido afirmou que não iria se manifestar sobre as despesas. Mantido com recursos públicos, o Fundo Partidário é distribuído anualmente para o financiamento de despesas administrativas básicas dos partidos – que, por sua vez, devem estar com suas prestações de contas em dia. Ainda segundo a publicação, em 2015, foram destinados R$ 867 milhões para as siglas. Na época na Presidência da República, a sigla foi a que mais se beneficiou do fundo: recebeu R$ 116,2 milhões, seguido pelo PSDB, que levou R$ 95 milhões e pelo PMDB, com R$ 92 milhões. O uso de recursos do Fundo Partidário não é vetado para pagamento de viagens e hospedagens de dirigentes e funcionários dos partidos. Entretanto, as despesas devem ter relação com atividades partidárias. A Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias (Asepa), vinculada ao Tribunal Superior Eleitoral, é responsável pela fiscalização do uso da verba.
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terça-feira, 18 de outubro de 2016
PT usou dinheiro do Fundo Partidário para pagar viagens de dirigentes ao exterior
O PT pagou despesas de passagens e hospedagens de dirigentes e militantes da sigla no exterior com recursos do Fundo Partidário. De acordo com o Uol, pelo menos R$ 115,7 mil foram gastos pela legenda para custear viagens a Cuba, França e México em 2015. O partido afirmou que não iria se manifestar sobre as despesas. Mantido com recursos públicos, o Fundo Partidário é distribuído anualmente para o financiamento de despesas administrativas básicas dos partidos – que, por sua vez, devem estar com suas prestações de contas em dia. Ainda segundo a publicação, em 2015, foram destinados R$ 867 milhões para as siglas. Na época na Presidência da República, a sigla foi a que mais se beneficiou do fundo: recebeu R$ 116,2 milhões, seguido pelo PSDB, que levou R$ 95 milhões e pelo PMDB, com R$ 92 milhões. O uso de recursos do Fundo Partidário não é vetado para pagamento de viagens e hospedagens de dirigentes e funcionários dos partidos. Entretanto, as despesas devem ter relação com atividades partidárias. A Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias (Asepa), vinculada ao Tribunal Superior Eleitoral, é responsável pela fiscalização do uso da verba.
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